23/10/10
Acordamos às 7hs, tomamos café, fomos à Estação de Sant’Agnello da Circumvesuviana, pegamos o trem para Napoli (40 minutos), depois pegamos o trem Frecciarossa para Bologna (com parada em Roma e Firenze) às 9:50 e chegamos em Bologna às 13:35, mais ou menos. Pegamos dessa vez um regionale para Ferrara (cidade não turística mas que vou ficar hospedada por 5 dias como ponto de referência para ir à Padova, Verona e Venezia por eu ter um primo distante lá), que durou mais 30 minutos. E nesse trajeto aconteceu um quase milagre: um italiano ajudou a gente a colocar as malas no bagageiro de cima. Sim, porque aqui é cada um por si, mesmo que eles vejam a gente na maior dificuldade para carregar as malas ninguém se mexe.
Ferrara é parecida com Siena, apesar de não estar na Toscana e sim na Emilia-Romagna. As ruas são estreitas no centro, tudo de tijolinho exposto, a Duomo é de mármore rosa e branco. O Castello Estense é o único que ainda tem pontes elevadiças, água ao seu redor, canhão e até balas. Fora o showzinho que a gente presenciou, de música e dança com bandeiras de umas pessoas vestidas como súditos, já que em Ferrara, como em Siena, há o Palio em maio, uma corrida de cavalos (eles estavam treinado).
Foi muito bom estar como uma local, já que aqui quase todos falam só italiano. Fomos jantar numa Osteria muito boa, comemos comidas típicas (Capellati di zucca com burro e salvia e Salamina com um purê, além de panacota com fruta di Bosco e vino), depois fomos a um bar tomar um Spritz (mistura de Aperol com soda e proseco) e emendamos numa baladinha! Sim, a primeira balada italiana. Renfe. Qual não foi a minha surpresa quando começou a tocar funk, queria morrer! Voltamos às 4 da mattina,com o Luca, de carro (que maravilha!).
sábado, 30 de outubro de 2010
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Capri
Dia 22/10/10
Tudo bem que acordei cedo hoje após uma noite mal dormida (mais uma, não sei porque isso acontece) e, pra não acordar minha companheiras de quarto, fiz tudo no escuro. Mas cometi um erro imperdoável hoje. E só me dei conta após 30 minutos de caminhada do hostel até a Marina Piccola de Sorrento: eu tinha deixado o locker destrancado com passaporte, dinheiro, HD externo... Calma, nada aconteceu, estava tudo lá onde eu tinha deixado. Mas estressei o dia todo.
Fui pra Capri. Transporte para lá EUR14,00 cada trecho. Chegando em Capri, funiculare (tipo um trenzinho) para cima. Chegando na cidade, fomos à Villa Jovis (EUR2,00), nada de mais, foi o local de moradia de Tiberio. Vista bonita mas nada especial. E é muuuuito longe, várias subidas bizarras. Depois fomos ao Arco Naturale (uma pedra enorme furada no meio), essa sim, linda, e depois à trilha dos Faragliones e Grotta Marmoratta (não é famosa), trilha pesada, me disseram que sáo 800(!!!) degraus entre ida e volta. Mas a vista é impagável.
Chegamos mortas em Capri, pegamos um ônibus para Anacapri e, após comer um sanduíche, fomos na seggiovia para Monte Solaro (um teleférico bem legal).
Tinha o farol também para ver mas seria mais uma ida e volta de ônibus e eu estava estressada com o lance do armário.
Ah, e a Grotta Azurra estava fechada por estar com o mar meio revolto. Vi fotos e deve ser animal... Fica pra próxima.
À noite, mais um jantar com old Christine, cada vez mais nossa amiga (na verdade, descobrimos a idade dela: 71 ANOS!!!!)
Tudo bem que acordei cedo hoje após uma noite mal dormida (mais uma, não sei porque isso acontece) e, pra não acordar minha companheiras de quarto, fiz tudo no escuro. Mas cometi um erro imperdoável hoje. E só me dei conta após 30 minutos de caminhada do hostel até a Marina Piccola de Sorrento: eu tinha deixado o locker destrancado com passaporte, dinheiro, HD externo... Calma, nada aconteceu, estava tudo lá onde eu tinha deixado. Mas estressei o dia todo.
Fui pra Capri. Transporte para lá EUR14,00 cada trecho. Chegando em Capri, funiculare (tipo um trenzinho) para cima. Chegando na cidade, fomos à Villa Jovis (EUR2,00), nada de mais, foi o local de moradia de Tiberio. Vista bonita mas nada especial. E é muuuuito longe, várias subidas bizarras. Depois fomos ao Arco Naturale (uma pedra enorme furada no meio), essa sim, linda, e depois à trilha dos Faragliones e Grotta Marmoratta (não é famosa), trilha pesada, me disseram que sáo 800(!!!) degraus entre ida e volta. Mas a vista é impagável.
Chegamos mortas em Capri, pegamos um ônibus para Anacapri e, após comer um sanduíche, fomos na seggiovia para Monte Solaro (um teleférico bem legal).
Tinha o farol também para ver mas seria mais uma ida e volta de ônibus e eu estava estressada com o lance do armário.
Ah, e a Grotta Azurra estava fechada por estar com o mar meio revolto. Vi fotos e deve ser animal... Fica pra próxima.
À noite, mais um jantar com old Christine, cada vez mais nossa amiga (na verdade, descobrimos a idade dela: 71 ANOS!!!!)
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Amalfi e Positano
Dia 21/10/10
Hoje foi um dia muito especial por vários motivos. Compramos um biglietto giornaleiro (pode pegar trem e ônibus a vontade o dia todo por EUR7,20) e fomos para Amalfi. O ônibus passava na frente da estação de trem e nos levou a uma experiência única: sensaçao de morte a cada segundo. De um lado, um penhasco enorme. Do outro, uma estrada de pista única, ida e volta, apertada para carros (imagina para ônibus!). Toda hora o motorista businava para que quem estivesse vindo parasse ou a a gente nao passaria. Vira e mexe tinham que dar ré. E, ao mesmo tempo, uma paisagem deslumbrante ao redor. No início, não sabia como ficaria o dia. Mas, quando chegamos a Amalfi, abriu o maior sol e o dia foi perfeito. Demos uma volta, fomos à Duomo de Amalfi, fizemos umas comprinhas (hoje saquei dinheiro do VTM; tudo certo). Almoçamos num lugar ótimo, a Ana queria frutos do mar e eu comi um básico spaghetti alla carbonara maravilhoso. Fomos, então, para Positano. Incrível, lindo, o mar mais azul que já vi na vida numa montanha cheia de casas incrustadas (casas? não, hotéis, mansões, tudo que quiser; e tudo caro). Adorei muito o lugar. Fiquei admirando, olhando, olhando mais um pouco, tirando umas 100 fotos. É realmente um lugar imperdível. A Grotta Smeraldo estava fechada, nem fomos.
Voltamos com a visão do pôr do sol entre os penhascos...
Os ônibus entre Amalfi e Positano e Positano e Sorrento são bem frequentes, tranquilo de se locomover.
Hoje foi um dia muito especial por vários motivos. Compramos um biglietto giornaleiro (pode pegar trem e ônibus a vontade o dia todo por EUR7,20) e fomos para Amalfi. O ônibus passava na frente da estação de trem e nos levou a uma experiência única: sensaçao de morte a cada segundo. De um lado, um penhasco enorme. Do outro, uma estrada de pista única, ida e volta, apertada para carros (imagina para ônibus!). Toda hora o motorista businava para que quem estivesse vindo parasse ou a a gente nao passaria. Vira e mexe tinham que dar ré. E, ao mesmo tempo, uma paisagem deslumbrante ao redor. No início, não sabia como ficaria o dia. Mas, quando chegamos a Amalfi, abriu o maior sol e o dia foi perfeito. Demos uma volta, fomos à Duomo de Amalfi, fizemos umas comprinhas (hoje saquei dinheiro do VTM; tudo certo). Almoçamos num lugar ótimo, a Ana queria frutos do mar e eu comi um básico spaghetti alla carbonara maravilhoso. Fomos, então, para Positano. Incrível, lindo, o mar mais azul que já vi na vida numa montanha cheia de casas incrustadas (casas? não, hotéis, mansões, tudo que quiser; e tudo caro). Adorei muito o lugar. Fiquei admirando, olhando, olhando mais um pouco, tirando umas 100 fotos. É realmente um lugar imperdível. A Grotta Smeraldo estava fechada, nem fomos.
Voltamos com a visão do pôr do sol entre os penhascos...
Os ônibus entre Amalfi e Positano e Positano e Sorrento são bem frequentes, tranquilo de se locomover.
Pompei Scavi e Herculaneum
Dia 20/10/10
Café da manha bom no albergue, tempo indeciso (choveu, fez sol, frio e calor, tudo junto). Fomos de Circumvesuviana para Pompei. Ingresso combinado para as duas escavações EUR20,00 mais EUR6,50 do audioguia com mapa.
Pompei é enorme. Tem vários locais em ruínas (na verdade, antes do Vesúvio derrubar fuligem, fumaça toxica e pó de pedra - não foi lava que matou as pessoas!), que já estavam castigados por um terremoto que ocorreu 7 anos antes.
Muitos locais estavam fechados e muitos afrescos, mosaicos e estátuas foram levados para o Museu Arqueológico de Napoli, o que me deixou um pouco irritada. Tem um ou outro afresco da época e os corpos que vemos não são corpos de verdade petrificados, são os espaços deixados pelos corpos que eles preenchem com um tipo de gesso para formar o corpo na posição em que estavam quando morreram (ok, tem uns com esqueleto e tudo). Penamos para ver quase tudo (chegamos umas 9hs e saimos às 14hs).
Pegamos um sandubão, fomos pro trem, chegando na hora exata em que ele partia. Fomos para Ercolano Scavi e entramos em Herculeneum (só descer a rua principal, sem erro). é beeem menor, tem umas coisas legais e diferentes (essa cidade sim, foi soterrada por 17 metros de lava, por estar mais próxima do Vesúvio), como madeira carbonizada, até um barco inteiro carbonizado . Vimos tudo em 2,5 horas.
À noite, sem forças de ir pra Sorrento, jantamos no próprio albergue. Surpresa boa: CARNE com patatas por EUR8!!!! Comi um bifão pela primeira vez na Itália.
OBS: No meu quarto de 6 só tem 4 pessoas: eu, Ana, uma senhora de uns 65 anos australiana chamada Christine e uma outra mulher que não fala muito com a gente e tb é australiana.
Café da manha bom no albergue, tempo indeciso (choveu, fez sol, frio e calor, tudo junto). Fomos de Circumvesuviana para Pompei. Ingresso combinado para as duas escavações EUR20,00 mais EUR6,50 do audioguia com mapa.
Pompei é enorme. Tem vários locais em ruínas (na verdade, antes do Vesúvio derrubar fuligem, fumaça toxica e pó de pedra - não foi lava que matou as pessoas!), que já estavam castigados por um terremoto que ocorreu 7 anos antes.
Muitos locais estavam fechados e muitos afrescos, mosaicos e estátuas foram levados para o Museu Arqueológico de Napoli, o que me deixou um pouco irritada. Tem um ou outro afresco da época e os corpos que vemos não são corpos de verdade petrificados, são os espaços deixados pelos corpos que eles preenchem com um tipo de gesso para formar o corpo na posição em que estavam quando morreram (ok, tem uns com esqueleto e tudo). Penamos para ver quase tudo (chegamos umas 9hs e saimos às 14hs).
Pegamos um sandubão, fomos pro trem, chegando na hora exata em que ele partia. Fomos para Ercolano Scavi e entramos em Herculeneum (só descer a rua principal, sem erro). é beeem menor, tem umas coisas legais e diferentes (essa cidade sim, foi soterrada por 17 metros de lava, por estar mais próxima do Vesúvio), como madeira carbonizada, até um barco inteiro carbonizado . Vimos tudo em 2,5 horas.
À noite, sem forças de ir pra Sorrento, jantamos no próprio albergue. Surpresa boa: CARNE com patatas por EUR8!!!! Comi um bifão pela primeira vez na Itália.
OBS: No meu quarto de 6 só tem 4 pessoas: eu, Ana, uma senhora de uns 65 anos australiana chamada Christine e uma outra mulher que não fala muito com a gente e tb é australiana.
Roma-Napoli-Sorrento
Deixamos Roma cedo e fomos de trem regionale, por ser mais barato e somente um pouco mais demorado, para ir para Napoli. Chegando la, estava garoando. Ir para Sorrento seria dia perdido. Resolvemos dar uma volta.
Napoli e feia, suja, bagunçada. Fomos até a Duomo, igreja do santo padroeiro da cidade, San Genaro. Segundo o guia, ele protege Napoli contra o Vesuvio pois nunca foi atingida. Há tb uma história de que nesta igreja tem um pouco de sangue coagulado do santo, que se liquifaz 2 vezes por ano, além dos ossos do mesmo. A Italia tem varias histórias mórbidas... A igreja é normal, nada de mais.
Saimos de lá e fomos para a pizzaria Da Michele, a pizzaria que a mulher do "Comer, Rezar, Amar" disse ser maravilhosa. E é mesmo. Massa fina mas meio puxa puxa, muito molho de tomate do Vesúvio e um pouco de queijo e 2 folhas de mangericão numa pizza maior que um prato grande. Ah, só tinha esse sabor, margheritta, e marinara, que era como orégano e alho.
A essa altura, a chuva tinha parado e resolvemos ir para Sorrento. Na verdade, para Sant'Agnello, uma parada antes de Sorrento, que é onde o hostel Seven fica. Foram 33 paradas de trem (que parece um metrô, apertado e sem lugar para bagagem) da Circumvesuviana até lá. Dormi sentada no chão do corredor, hahaha.
O albergue é lindo, novo, arrumado, quartos grandes, sem cozinha, internet sem limite, toalha EUR2,00, limpo, tem um bar/restaurante barato dentro. Sant'Agnello tb é uma boa pedida pois é menor, mais barata e mais tranquilo que Sorrento, que conheci na hora do jantar. A pé deu uns 20 minutos, linha reta.
Napoli e feia, suja, bagunçada. Fomos até a Duomo, igreja do santo padroeiro da cidade, San Genaro. Segundo o guia, ele protege Napoli contra o Vesuvio pois nunca foi atingida. Há tb uma história de que nesta igreja tem um pouco de sangue coagulado do santo, que se liquifaz 2 vezes por ano, além dos ossos do mesmo. A Italia tem varias histórias mórbidas... A igreja é normal, nada de mais.
Saimos de lá e fomos para a pizzaria Da Michele, a pizzaria que a mulher do "Comer, Rezar, Amar" disse ser maravilhosa. E é mesmo. Massa fina mas meio puxa puxa, muito molho de tomate do Vesúvio e um pouco de queijo e 2 folhas de mangericão numa pizza maior que um prato grande. Ah, só tinha esse sabor, margheritta, e marinara, que era como orégano e alho.
A essa altura, a chuva tinha parado e resolvemos ir para Sorrento. Na verdade, para Sant'Agnello, uma parada antes de Sorrento, que é onde o hostel Seven fica. Foram 33 paradas de trem (que parece um metrô, apertado e sem lugar para bagagem) da Circumvesuviana até lá. Dormi sentada no chão do corredor, hahaha.
O albergue é lindo, novo, arrumado, quartos grandes, sem cozinha, internet sem limite, toalha EUR2,00, limpo, tem um bar/restaurante barato dentro. Sant'Agnello tb é uma boa pedida pois é menor, mais barata e mais tranquilo que Sorrento, que conheci na hora do jantar. A pé deu uns 20 minutos, linha reta.
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Roma
Dia 1 (14/10/10)
Impressionante!!! Fui de Firenze a Roma de Frecciarossa em menos de 2 horas. E nem deu medo da velocidade, hahaha.
Chegando na Stazione Termini, descobri que o Hostel Alessandro Palace fica bem perto, o que é uma grande vantagem. Mas, comparando com o de Firenze, apesar de mais barato (EUR 25,00/dia), é beeeeem piorzinho. O quarto também tem 8 pessoas mas é muito menor, estava meio bagunçado, com várias toalhas de pessoas que já tinham ido embora (ah, tem que pagar EUR2,00 por elas).
Iniciamos a mega visita às igrejas da cidade à pé:
- Basilica Sacro Cuore (na esquina da minha rua, nem é famosa mas eu adorei)
- Basilica di Santa Maria Maggiore
- Basilica di San Pietro in Vincoli (da qual fomos expulsas logo após vermos o Moisés de Michelangelo pois aqui em Roma as igrejas são de graça mas fecham para a hora do almoço)
- Arco di Constantino
- Colosseo por fora
- Basilica di San Giovanni in Laterano
- Circo Massimo (que, na verdade, é um terrão, não tem nem ruínas lá, hahaha)
- Chiesa (qual a diferença entre Chiesa e Basilica??? Não sei) di Santa Maria in Cosmedin, onde tem a Bocca della Verità
- Pausa para o almoço porque ninguém é de ferro: típico prato italiano completo num pacotão de turista por EUR14,00)
- Basilica di Santa Maria in Trastevere
- Isola Tiberina
- Portico d´Ottavia e Teatro di Marcello (por acaso)
- Fontana delle Tartarughe
- Pizza Venezia com o monumento Vittorio Emanuelle II (enorme, todo de mármore) e
o Palazzo Venezia (ex-casa do Mussolini)
- Foro Romano e Palatino por fora
- Mercati Traiani por fora
- Campidoglio
De volta ao albergue, queria tomar banho e dormir mas um infeliz de um brasileiro que estava no quarto roncou a noite toda!!! Que raiva, essa pessoas que roncam deviam ser obrigadas a ficar num quarto só pra elas.
Dia 2 (15/10/10)
Acordei cedo, peguei o Roma Pass que eu tinha comprado ontem (EUR25,00 nos postos de informazione turistica) e fui de metrô para o Foro Romano e Palatino (de graça pois o Roma Pass dá direito a 2 atrações turísticas, sendo Colosseo + Foro + Palatino 1 só e transporte de graça por 3 dias). Chegando lá, só dava eu e uns outros que tinham madrugado. Peguei o audioguide e entrei. Não deu 1 hora que eu estava lá e percebi que o Roma Pass que eu tinha deixado no bolso da calça tinha sumido. Dei uma volta, nada. Pensei: “Ah, estou na Europa, o Roma Pass tem nome, uma alma boa vai achar e entregar na entrada” mas não foi o que aconteceu. Eu perdi o Roma Pass e com isso não poderia ir ao Colosseo depois porque eu tinha que sair do Foro e entrar no Colosseo. Que raiva!!!! Fora que o audioguia do Foro era bom mas o do Palatino era confuso, nunca sabia onde eu devia ir. Transtornada, fui devolver o audioguia ao final da peregrinação de quase 4hs pelas ruínas. Perguntei como quem não quer nada se alguma alma caridosa tinha achado meu Roma Pass. Não. Ou seja, eu precisava pagar de novo.
Fiquei com tanta raiva que resolvi pensar no assunto (comprar ou não outro Roma Pass??? Eu já estava na dúvida de quais atrações valeriam realmente a pena) e fazer uma peregrinação pela parte da cidade ainda não vista, o que seria de graça. Fui:
- Fontana di Trevi (de tarde e à noite, com ela iluminada, não sei qual é mais bela)
- Piazza Navonna com as duas fontes: Fontana dei Quattro Fiumi (linda!) e del Nettuno, além do gigante prédio da embaixada brasileira
- Campo de´Fiori (uma feira suja e fedida)
- Chiesa di Santa Maria Sopra Minerva com o elefantino de Bernini na frente e seu teto azul céu (essa é marcante; já as de ontem, esqueci qual é qual)
-Pantheon (lindo, suntuoso, gigante, está com a fachada em reforma, como muitas coisas em Roma)
- Piazza Spagna (subi os degraus e fui lá em cima; virei à E e fui numa sacada da Villa Borghese, uma vista linda!)
- Piazza del Popolo com a Chiesa di Santa Maria del Popolo
- Fontana del Tritone (suja, me perdi pra achar pq as ruas não tinham placas, nem vale a pena)
Como se não bastasse, resolvi voltar à pé pro albergue. Resumindo, foram mais de 12hs de caminhada. Punição por ter perdido o Roma Pass... No final, resolvi não comprar outro e não irei ao Mercati Traiani nem ao Musei Capitolini. Ok.
Dia 3 (16/10/10)
Hoje eu fui nas catacumbas di San Calisto e di San Sebastiano (EUR8,00 cada, com uma visita guiada, muito legal, quer dizer, interessante, porque dizer que um cemitério com mais de 6000 morto é legal é dose). Tirei foto do Quo Vadis e da flecha que matou São Sebastião. Fomos tb na Vila di Massenzio (EUR 3,00 para ver um local de corrida de bigas). Depois fomos na praça Cavaleiros de Malta, que dá pra ver a Basilica de São Pedro num buraco de fechadura. Bem próximo, há um parque (Parco di Sant´Alessio) que tb tem uma boa vista da Basilica ao fundo. Depois fomos de novo no Trastevere (bairro residencial e que tem váaarios restaurantes) mas hoje fizemos algo bem italiano: compramos focaccia, salame, queijo pecorino, alcachofras e vinho (uma garrafa de 500ml por 1,50!!) e fizemos um piquenique!!! Foi ótimo e tudo saiu EUR12,00, 6,00 para cada uma, muito barato para os parâmetros aqui.
Seguimos o Tevere até o Castel Sant´Angelo (vi só por fora) e fomos para o Vaticano. A basílica é gigante mas a praça estava coberta por um monte de cadeiras (parace que vai ser a beatificação de 4 santos, pelo menos foi o que me disseram aqui no albergue). Subimos ao domo da Basilica, vista linda mesmo com a super chuva que estava caindo na hora. Entramos na basilica, vimos a Pietà e todas as outras esculturas, que são muitas. No teto tem vários mosaicos lindos.
Viemos pro albergue e nossos amigos (casal de Taiwan e outro de Niterói), além do francês, foram embora. Chegaram 2 brasileiros, que estavam indo para o jogo de hoje: Roma x Genova. Ou seja, vamos para um Irish Pub que trasmite jogos para assistir a um jogo italiano!!!
Dia 4 (17/10/10)
Hoje perdemos a hora e acordarmos quase 9hs, primeira vez desde o inicio da viagem. Fomos para uma outra cidade chamada Ostia Antica. Uma cidade preservada com muitas ruinas e um anfiteatro lindo, alèm de uns mosaicos no chao (entrada EUR6,50 e 2,00 do mapa local).
Voltamos na hora do almoço e fui ao Coliseu, enorme, imponente, cheio de gente. Pra furar a fila gigante tem 2 maneiras: Roma Pass (o qual eu tinha perdido) ou querer um audioguide ou visita guiada. Por incrivel que pareça, o audioguide é mais caro. Fui de visita guiada em ingles. Adorei.
A rua da frente do Coliseu estava fechada para carros, o que fez a grande avenida virar um circo: pessoas dançando, um cara imitando o Michael Jackson, outros imigrantes ilegais tocando instrumentos tipicos...
Fui tb a ultima igreja famosa que faltava: Santa Maria in Aracoeli
Voltei pro albergue, tomei banho, coloquei uma roupa tipica italiana (vestido com meia calça verde e bota) e fomos do outro lado da rua comer A PIOR COMIDA COM O PIOR SERVIçO DE TODOS OS TEMPOS!!! Nos recusamos a pagar os 10%, que pela primeira vez foi colocado na conta. Agora a Aninha esta de mau humor porque a comida estava ruim e quer beber no bar do albergue, que é a maior balada!!! Jà que estou arrumada mesmo...
Dia 5 (18/10/10)
Acordei cedíssimo (na verdade, nem dormi direito com medo de perder à hora) pra ir no Musei Vaticani. Minha reserva era para às 8hs (EUR19,00; o horário nunca interessa muito, tipo ninguém perde o ingresso por estar atrasado, na verdade) e cheguei lá em ponto (metrô Ottaviano). A fila para quem não tinha reserva já estava grande. A minha fila, dos com prenotazione, estava média. Mas quando o museu abriu, só entrou os com reserva e os grupos e o resto ficou lá plantado na fila que só crescia.
Amei o museu. Todo mundo entra naquele desespero para ir direto na Capela Sistina. Já tinha lido que havia muito além. E é verdade. A parte inicial era sobre Egito, depois sobre os etruscos, muito legal. Como eu estava com o audioguia (EUR7,00), aproveitei demais. Depois veio as salas do Raffaello (lindas!), uma parte de mapas, uns tapetes enormes, de repente aparece o Pensador de Rodin e até um Van Gogh (nem sabia que tinha isso!). Finalmente, ela, a Capela Sistina, no finalzinho. Esplêndida, maior do que eu pensava em tamanho mas não em beleza. Fiquei ali uma meia hora, admirando. Problemas que me irritaram um pouco: a galera se espremendo (não pára de entrar gente e ninguém sai), tentando tirar foto (não pode!) e os guardinhas gritando “No photo!” e “ Silence, please” toda hora. Tem que abstrair. Michelangelo era um gênio.
Saí de lá e fui dar um role nas lojinhas para pesquisar preço das coisas. Não compre nada nas lojas do museu, é super inflacionado (eu mesma paguei EUR0,80 por cada cartão postal da Capela Sistina e lá fora era de EUR0,30 a 0,50; comprei vídeos por EUR10,00 a menos tb; os terços são bem mais baratos nas lojas externas).
Voltei para a fila para entrar na Basilica de San Pietro, fui nas tumbas dos papas (de graça). O túmulo do Papa João Paulo II é o mais pobrinho mas é de arrepiar, todo mundo chora. Entrei na igreja, tirei mais umas fotos da Pietà, cheguei mais perto do altar (hoje não tinha missa), olhei um pouco mais os mosaicos.
Agora estou no albergue, fui levar umas roupas pra lavar, baixei e organizei as fotos do dia... Amanhã cedo irei de trem regionale para Napoli (para economizar, já que a diferença de tempo não era tanta e o preço sim) e depois vou pegar o trem Circumvesuviana para Sorrento (não sem antes comer uma pizza de lá, bem típica).
OBS: Só para deixar a minha impressão final das coisas:
Albergue Alessandro Palace:
Quarto apertado para 8 pessoas, banheiro ruim, limpeza não é das melhores
Internet é só 30 minutos por dia de graça; toalha EUR2,00
A pizza que tem à noite dura 10 minutos (nem perdi meu tempo indo lá) mas o bar lá de baixo é animado
Localização é ok, perto da Termini, não achei perigoso (se vc desconsiderar os vários imigrantes ilegais da região)
Tem lavanderia e telefone barato perto
Roma:
Trânsito é ruim mas nada diferente de SP, se vc pisar na faixa de pedestres os carros param para vc passar, eles estacionam os carros de qq jeito, fila dupla, atravessado até.
As atrações são muuuuito legais mas mesmo agora no outuno estava tudo lotado, turista demais, fila, confusão, enfim...
Impressionante!!! Fui de Firenze a Roma de Frecciarossa em menos de 2 horas. E nem deu medo da velocidade, hahaha.
Chegando na Stazione Termini, descobri que o Hostel Alessandro Palace fica bem perto, o que é uma grande vantagem. Mas, comparando com o de Firenze, apesar de mais barato (EUR 25,00/dia), é beeeeem piorzinho. O quarto também tem 8 pessoas mas é muito menor, estava meio bagunçado, com várias toalhas de pessoas que já tinham ido embora (ah, tem que pagar EUR2,00 por elas).
Iniciamos a mega visita às igrejas da cidade à pé:
- Basilica Sacro Cuore (na esquina da minha rua, nem é famosa mas eu adorei)
- Basilica di Santa Maria Maggiore
- Basilica di San Pietro in Vincoli (da qual fomos expulsas logo após vermos o Moisés de Michelangelo pois aqui em Roma as igrejas são de graça mas fecham para a hora do almoço)
- Arco di Constantino
- Colosseo por fora
- Basilica di San Giovanni in Laterano
- Circo Massimo (que, na verdade, é um terrão, não tem nem ruínas lá, hahaha)
- Chiesa (qual a diferença entre Chiesa e Basilica??? Não sei) di Santa Maria in Cosmedin, onde tem a Bocca della Verità
- Pausa para o almoço porque ninguém é de ferro: típico prato italiano completo num pacotão de turista por EUR14,00)
- Basilica di Santa Maria in Trastevere
- Isola Tiberina
- Portico d´Ottavia e Teatro di Marcello (por acaso)
- Fontana delle Tartarughe
- Pizza Venezia com o monumento Vittorio Emanuelle II (enorme, todo de mármore) e
o Palazzo Venezia (ex-casa do Mussolini)
- Foro Romano e Palatino por fora
- Mercati Traiani por fora
- Campidoglio
De volta ao albergue, queria tomar banho e dormir mas um infeliz de um brasileiro que estava no quarto roncou a noite toda!!! Que raiva, essa pessoas que roncam deviam ser obrigadas a ficar num quarto só pra elas.
Dia 2 (15/10/10)
Acordei cedo, peguei o Roma Pass que eu tinha comprado ontem (EUR25,00 nos postos de informazione turistica) e fui de metrô para o Foro Romano e Palatino (de graça pois o Roma Pass dá direito a 2 atrações turísticas, sendo Colosseo + Foro + Palatino 1 só e transporte de graça por 3 dias). Chegando lá, só dava eu e uns outros que tinham madrugado. Peguei o audioguide e entrei. Não deu 1 hora que eu estava lá e percebi que o Roma Pass que eu tinha deixado no bolso da calça tinha sumido. Dei uma volta, nada. Pensei: “Ah, estou na Europa, o Roma Pass tem nome, uma alma boa vai achar e entregar na entrada” mas não foi o que aconteceu. Eu perdi o Roma Pass e com isso não poderia ir ao Colosseo depois porque eu tinha que sair do Foro e entrar no Colosseo. Que raiva!!!! Fora que o audioguia do Foro era bom mas o do Palatino era confuso, nunca sabia onde eu devia ir. Transtornada, fui devolver o audioguia ao final da peregrinação de quase 4hs pelas ruínas. Perguntei como quem não quer nada se alguma alma caridosa tinha achado meu Roma Pass. Não. Ou seja, eu precisava pagar de novo.
Fiquei com tanta raiva que resolvi pensar no assunto (comprar ou não outro Roma Pass??? Eu já estava na dúvida de quais atrações valeriam realmente a pena) e fazer uma peregrinação pela parte da cidade ainda não vista, o que seria de graça. Fui:
- Fontana di Trevi (de tarde e à noite, com ela iluminada, não sei qual é mais bela)
- Piazza Navonna com as duas fontes: Fontana dei Quattro Fiumi (linda!) e del Nettuno, além do gigante prédio da embaixada brasileira
- Campo de´Fiori (uma feira suja e fedida)
- Chiesa di Santa Maria Sopra Minerva com o elefantino de Bernini na frente e seu teto azul céu (essa é marcante; já as de ontem, esqueci qual é qual)
-Pantheon (lindo, suntuoso, gigante, está com a fachada em reforma, como muitas coisas em Roma)
- Piazza Spagna (subi os degraus e fui lá em cima; virei à E e fui numa sacada da Villa Borghese, uma vista linda!)
- Piazza del Popolo com a Chiesa di Santa Maria del Popolo
- Fontana del Tritone (suja, me perdi pra achar pq as ruas não tinham placas, nem vale a pena)
Como se não bastasse, resolvi voltar à pé pro albergue. Resumindo, foram mais de 12hs de caminhada. Punição por ter perdido o Roma Pass... No final, resolvi não comprar outro e não irei ao Mercati Traiani nem ao Musei Capitolini. Ok.
Dia 3 (16/10/10)
Hoje eu fui nas catacumbas di San Calisto e di San Sebastiano (EUR8,00 cada, com uma visita guiada, muito legal, quer dizer, interessante, porque dizer que um cemitério com mais de 6000 morto é legal é dose). Tirei foto do Quo Vadis e da flecha que matou São Sebastião. Fomos tb na Vila di Massenzio (EUR 3,00 para ver um local de corrida de bigas). Depois fomos na praça Cavaleiros de Malta, que dá pra ver a Basilica de São Pedro num buraco de fechadura. Bem próximo, há um parque (Parco di Sant´Alessio) que tb tem uma boa vista da Basilica ao fundo. Depois fomos de novo no Trastevere (bairro residencial e que tem váaarios restaurantes) mas hoje fizemos algo bem italiano: compramos focaccia, salame, queijo pecorino, alcachofras e vinho (uma garrafa de 500ml por 1,50!!) e fizemos um piquenique!!! Foi ótimo e tudo saiu EUR12,00, 6,00 para cada uma, muito barato para os parâmetros aqui.
Seguimos o Tevere até o Castel Sant´Angelo (vi só por fora) e fomos para o Vaticano. A basílica é gigante mas a praça estava coberta por um monte de cadeiras (parace que vai ser a beatificação de 4 santos, pelo menos foi o que me disseram aqui no albergue). Subimos ao domo da Basilica, vista linda mesmo com a super chuva que estava caindo na hora. Entramos na basilica, vimos a Pietà e todas as outras esculturas, que são muitas. No teto tem vários mosaicos lindos.
Viemos pro albergue e nossos amigos (casal de Taiwan e outro de Niterói), além do francês, foram embora. Chegaram 2 brasileiros, que estavam indo para o jogo de hoje: Roma x Genova. Ou seja, vamos para um Irish Pub que trasmite jogos para assistir a um jogo italiano!!!
Dia 4 (17/10/10)
Hoje perdemos a hora e acordarmos quase 9hs, primeira vez desde o inicio da viagem. Fomos para uma outra cidade chamada Ostia Antica. Uma cidade preservada com muitas ruinas e um anfiteatro lindo, alèm de uns mosaicos no chao (entrada EUR6,50 e 2,00 do mapa local).
Voltamos na hora do almoço e fui ao Coliseu, enorme, imponente, cheio de gente. Pra furar a fila gigante tem 2 maneiras: Roma Pass (o qual eu tinha perdido) ou querer um audioguide ou visita guiada. Por incrivel que pareça, o audioguide é mais caro. Fui de visita guiada em ingles. Adorei.
A rua da frente do Coliseu estava fechada para carros, o que fez a grande avenida virar um circo: pessoas dançando, um cara imitando o Michael Jackson, outros imigrantes ilegais tocando instrumentos tipicos...
Fui tb a ultima igreja famosa que faltava: Santa Maria in Aracoeli
Voltei pro albergue, tomei banho, coloquei uma roupa tipica italiana (vestido com meia calça verde e bota) e fomos do outro lado da rua comer A PIOR COMIDA COM O PIOR SERVIçO DE TODOS OS TEMPOS!!! Nos recusamos a pagar os 10%, que pela primeira vez foi colocado na conta. Agora a Aninha esta de mau humor porque a comida estava ruim e quer beber no bar do albergue, que é a maior balada!!! Jà que estou arrumada mesmo...
Dia 5 (18/10/10)
Acordei cedíssimo (na verdade, nem dormi direito com medo de perder à hora) pra ir no Musei Vaticani. Minha reserva era para às 8hs (EUR19,00; o horário nunca interessa muito, tipo ninguém perde o ingresso por estar atrasado, na verdade) e cheguei lá em ponto (metrô Ottaviano). A fila para quem não tinha reserva já estava grande. A minha fila, dos com prenotazione, estava média. Mas quando o museu abriu, só entrou os com reserva e os grupos e o resto ficou lá plantado na fila que só crescia.
Amei o museu. Todo mundo entra naquele desespero para ir direto na Capela Sistina. Já tinha lido que havia muito além. E é verdade. A parte inicial era sobre Egito, depois sobre os etruscos, muito legal. Como eu estava com o audioguia (EUR7,00), aproveitei demais. Depois veio as salas do Raffaello (lindas!), uma parte de mapas, uns tapetes enormes, de repente aparece o Pensador de Rodin e até um Van Gogh (nem sabia que tinha isso!). Finalmente, ela, a Capela Sistina, no finalzinho. Esplêndida, maior do que eu pensava em tamanho mas não em beleza. Fiquei ali uma meia hora, admirando. Problemas que me irritaram um pouco: a galera se espremendo (não pára de entrar gente e ninguém sai), tentando tirar foto (não pode!) e os guardinhas gritando “No photo!” e “ Silence, please” toda hora. Tem que abstrair. Michelangelo era um gênio.
Saí de lá e fui dar um role nas lojinhas para pesquisar preço das coisas. Não compre nada nas lojas do museu, é super inflacionado (eu mesma paguei EUR0,80 por cada cartão postal da Capela Sistina e lá fora era de EUR0,30 a 0,50; comprei vídeos por EUR10,00 a menos tb; os terços são bem mais baratos nas lojas externas).
Voltei para a fila para entrar na Basilica de San Pietro, fui nas tumbas dos papas (de graça). O túmulo do Papa João Paulo II é o mais pobrinho mas é de arrepiar, todo mundo chora. Entrei na igreja, tirei mais umas fotos da Pietà, cheguei mais perto do altar (hoje não tinha missa), olhei um pouco mais os mosaicos.
Agora estou no albergue, fui levar umas roupas pra lavar, baixei e organizei as fotos do dia... Amanhã cedo irei de trem regionale para Napoli (para economizar, já que a diferença de tempo não era tanta e o preço sim) e depois vou pegar o trem Circumvesuviana para Sorrento (não sem antes comer uma pizza de lá, bem típica).
OBS: Só para deixar a minha impressão final das coisas:
Albergue Alessandro Palace:
Quarto apertado para 8 pessoas, banheiro ruim, limpeza não é das melhores
Internet é só 30 minutos por dia de graça; toalha EUR2,00
A pizza que tem à noite dura 10 minutos (nem perdi meu tempo indo lá) mas o bar lá de baixo é animado
Localização é ok, perto da Termini, não achei perigoso (se vc desconsiderar os vários imigrantes ilegais da região)
Tem lavanderia e telefone barato perto
Roma:
Trânsito é ruim mas nada diferente de SP, se vc pisar na faixa de pedestres os carros param para vc passar, eles estacionam os carros de qq jeito, fila dupla, atravessado até.
As atrações são muuuuito legais mas mesmo agora no outuno estava tudo lotado, turista demais, fila, confusão, enfim...
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Firenze
DIA 2 (12/10/10)
Inicialmente eu iria para San Gimignano hoje. Mas devido a causas externas (fila matinal do banheiro no albergue, impossibilitando-me de chegar na estaçao numa hora de saida de trem para Poggibonsi), desisti. Resolvi ficar em Firenze e conhecer outras atraçoes:
- Basilica di Santa Maria Novella: assim como a Basilica de Santa Croce e uma outra igreja menos famosa que se chama San Miniato al Monte, a fachada é de màrmore e o resto é de pedra por fora. Pra entrar, EUR3,50. Vale a pena. Tem duas pinturas famosas nela (e originais): Trinità de Masaccio e Crucifixo de Giotto.
- Basilica di San Lorenzo: a mais antiga da cidade, toda de pedra, voce nao dà nada pela fachada. Na verdade, o plano era ter uma entrada de màrmore como as outras pois essa igreja, como metade de Firenze, era dos Mèdice. Mas por algum problema nao chegou a ser concetizada. Pra entrar, mais EUR3,50. Por dentro, ela tem algumas coisas que me fizeram gostar dela: tumulo de Donatello e de alguns Mèdice (outros estao na Capella Mèdice, que eu nao entrei), alguns relevos nas paredes de pò de marmore feitas por Donatello (lindas), uma mega pintura em uma parede de Bronzino (pra mim, prerecia Michelangelo) e uma outra pintura do céu com estrelas e signos, bem legal. Fora que uma velhinha me abordou e disse que ela era guia turistica da igreja (de graça) mas que ela nao falava muito bem inglés. Ela deu umas explicaçoes bem interessantes e foi engraçado ela falando metade em inglés e metade em italiano.
- Domo da Duomo: apesar de ser a meio quarteirao do meu albergue, ainda nao tinha entrado. Peguei uma fila de 30 minutos para subir ao Domo, o que valeu os EUR8,00, as quatrocentas e tantas escadas e a espera. Primeiro voce ve por dentro a cupula, que é toda pintada, linda e maravilhosa. Depois voce sai e ve Firenze de cima. E depois voce chega mais perto ainda da cupula. Fora que depois que voce desce, entra na duomo de graça (OU SEJA, SE PRETENDER SUBIR NO DOMO, nao pague para entrar na igreja!!)
- Basilica di Santa Croce: onde vàarios artistas famosos estao enterrados, inclusive Michelangelo. Eles se aproveitam disso e cobram EUR 8,00 a entrada!!! Achei o fim e nem fui.
- Chiesa di San Miniato al Monte: do outro lado do Rio Arno, no alto. Bela vista do rio, igreja bonita e de graça
- Piazzale Michelangelo: pra fechar o dia com un gelatto, uma bela foto da Ponte Vechio e um por do sol nas montanhas da Toscana
DIA 3 (13/10/10)
Acordei cedo com uma menina de Cingapura que é muito folgada (acende as luzes e faz o maior barulho às 7hs como se ela fosse a dona do quarto). Então, fui ao Giardino Boboli (ao lado do Palazzo Piti), onde há o Museo degli Argento, o Museo del Costume e o delle Porcellane, além da Grotta del Buontalenti (na saída, uma gruta feita de estalagmites, bem legal). Dei uma volta por lá, voltei para a cidade, comi um panini e fui para a Accademia ver o Davi. Lindo, enorme, imponente. O resto do museu não tem nada de mais, exceto por umas outras esculturas não acabadas de Michelangelo.
Agora são quase 15hs, eu estou morta de cansada e amanhã irei para Roma cedo. Acho que preciso de uma soneca...
Acabei não dormindo mas também não fiz nada de mais.
Impressão:
Firenze: gostei muito, cidade média, dá pra fazer tudo a pé, tem várias opções de bate-volta perto e legal
A Uffizi é mais legal que a Accademia, achei ir à tarde nos museus um pouco cansativo (melhor ir logo cedo, com mais paciência); é essencial reservar para ambos
Tempo ideal para ficar em Firenze e poder aproveitar: três dias
Hostel Academy: muito bom, arrumado, novo, quarto grande, internet grátis, toalha tb, comida toda noite farta e com vinho, super bem localizado
Inicialmente eu iria para San Gimignano hoje. Mas devido a causas externas (fila matinal do banheiro no albergue, impossibilitando-me de chegar na estaçao numa hora de saida de trem para Poggibonsi), desisti. Resolvi ficar em Firenze e conhecer outras atraçoes:
- Basilica di Santa Maria Novella: assim como a Basilica de Santa Croce e uma outra igreja menos famosa que se chama San Miniato al Monte, a fachada é de màrmore e o resto é de pedra por fora. Pra entrar, EUR3,50. Vale a pena. Tem duas pinturas famosas nela (e originais): Trinità de Masaccio e Crucifixo de Giotto.
- Basilica di San Lorenzo: a mais antiga da cidade, toda de pedra, voce nao dà nada pela fachada. Na verdade, o plano era ter uma entrada de màrmore como as outras pois essa igreja, como metade de Firenze, era dos Mèdice. Mas por algum problema nao chegou a ser concetizada. Pra entrar, mais EUR3,50. Por dentro, ela tem algumas coisas que me fizeram gostar dela: tumulo de Donatello e de alguns Mèdice (outros estao na Capella Mèdice, que eu nao entrei), alguns relevos nas paredes de pò de marmore feitas por Donatello (lindas), uma mega pintura em uma parede de Bronzino (pra mim, prerecia Michelangelo) e uma outra pintura do céu com estrelas e signos, bem legal. Fora que uma velhinha me abordou e disse que ela era guia turistica da igreja (de graça) mas que ela nao falava muito bem inglés. Ela deu umas explicaçoes bem interessantes e foi engraçado ela falando metade em inglés e metade em italiano.
- Domo da Duomo: apesar de ser a meio quarteirao do meu albergue, ainda nao tinha entrado. Peguei uma fila de 30 minutos para subir ao Domo, o que valeu os EUR8,00, as quatrocentas e tantas escadas e a espera. Primeiro voce ve por dentro a cupula, que é toda pintada, linda e maravilhosa. Depois voce sai e ve Firenze de cima. E depois voce chega mais perto ainda da cupula. Fora que depois que voce desce, entra na duomo de graça (OU SEJA, SE PRETENDER SUBIR NO DOMO, nao pague para entrar na igreja!!)
- Basilica di Santa Croce: onde vàarios artistas famosos estao enterrados, inclusive Michelangelo. Eles se aproveitam disso e cobram EUR 8,00 a entrada!!! Achei o fim e nem fui.
- Chiesa di San Miniato al Monte: do outro lado do Rio Arno, no alto. Bela vista do rio, igreja bonita e de graça
- Piazzale Michelangelo: pra fechar o dia com un gelatto, uma bela foto da Ponte Vechio e um por do sol nas montanhas da Toscana
DIA 3 (13/10/10)
Acordei cedo com uma menina de Cingapura que é muito folgada (acende as luzes e faz o maior barulho às 7hs como se ela fosse a dona do quarto). Então, fui ao Giardino Boboli (ao lado do Palazzo Piti), onde há o Museo degli Argento, o Museo del Costume e o delle Porcellane, além da Grotta del Buontalenti (na saída, uma gruta feita de estalagmites, bem legal). Dei uma volta por lá, voltei para a cidade, comi um panini e fui para a Accademia ver o Davi. Lindo, enorme, imponente. O resto do museu não tem nada de mais, exceto por umas outras esculturas não acabadas de Michelangelo.
Agora são quase 15hs, eu estou morta de cansada e amanhã irei para Roma cedo. Acho que preciso de uma soneca...
Acabei não dormindo mas também não fiz nada de mais.
Impressão:
Firenze: gostei muito, cidade média, dá pra fazer tudo a pé, tem várias opções de bate-volta perto e legal
A Uffizi é mais legal que a Accademia, achei ir à tarde nos museus um pouco cansativo (melhor ir logo cedo, com mais paciência); é essencial reservar para ambos
Tempo ideal para ficar em Firenze e poder aproveitar: três dias
Hostel Academy: muito bom, arrumado, novo, quarto grande, internet grátis, toalha tb, comida toda noite farta e com vinho, super bem localizado
Assinar:
Postagens (Atom)